segunda-feira, 4 de julho de 2016

Idiotices do João [84]


Ficou bem ruim. Lavou e não lavou nada.
Você não consegue compreender. Desceu até ali pra estender e já se esqueceu que iria aqui falar. Saímos pra conversar. Calma, não revele demais. Você nunca terá tudo o que você quer. Você acha que é o ideal, acha que é possível e capaz. Por que alimenta rancor?
Por que alimenta o que já foi e nunca mais retornará?
Se retornar, então retornará porque assim era para ser.
Tudo depende do que você irá fazer.
Não há conexão. Havia uma avenida cheia. Eu gostaria de ser mais sábio do que realmente pareço ser. Você é realmente um homem negro em um mundo branco? Não podemos desacioar um de outro. A sua posição ficou nítida em poucas falas. É aceite o que você fala, uma vez que não demonstra intolerância pela visão que é diferente da sua.
Porque todos podem pensar exatamente o que quiserem.
Suas palavras são vazias. Gostaria de, novamente, criticar-me antes de ser criticado. Como nunca observo o que veio antes, acabo me repetindo. Dramático. Lembramos do que veio anteriormente, porém não tudo. Você está sendo plenamente honesto? Ninguém jamais entenderá.
Você precisa tanto assim chamar atenção?
Gostaria que Maria gostasse de mim. Isso que eu ia dizer, disse, apaguei mas reescrevi. No fim, você se resume a isso?
Quantas narrativas eu posso fazer sobre viajar até as estrelas sem admitir a minha própria mediocridade? Acho que há outras questões. Eu não consigo dizer tudo. Gostaria que a senhora me admirasse como admira seus outros filhos. Porém, você não consegue provar valor algum, se afasta e finge tolices, se retrai, tem medo de apresentar teu potencial de verdade. Palavras bonitas pra dizer que você é um covarde. Eu ia dizer covarde sem valor, mas as palavras dramáticas de depreciação não funcionam mais. Quantos anos se passaram até a queda. Não está dizendo coisa com coisa. Por que não consegue falar de verdade?
Nós saímos pra conversar. Apenas conversa com as pessoas ultimamente. Onde é que eu estou? Eu valho mais do que moedas ou as moedas que eu ganhava provavam o meu valor. Um homem negro em um mundo branco, sem notas verdes você é o estereótipo ambulante. Ninguém liga para o que você fala e sempre o tratará como o filho mais ridículo de todos.
Você não era assim quando nasceu, tornou-se pior com o tempo. São os ciclos. Nasceu com tanto potencial, disseram. Vamos então contar uma história.
Era uma vez um rapazinho que nasceu sorrindo em vez de chorar. Era o mais gordo dos rapazes de sua idade, e queria conquistar o mundo inteiro porque assim parecia divertido. Só que aí ele se deu conta de que não era tão especial assim porque ninguém é tão singular quanto pensa ser, porém todos possuem o seu devido valor, de uma forma ou de outra.
Tudo que ele queria ouvir eram palavras gentis.
Você ficará esperando que alguém faça algo por você, ou você mesmo vai se levantar e conquistar o mundo com as suas próprias mãos?
Eu quero tudo e mais um tanto.
Ao mesmo tempo, busca uma forma de se motivar sem precisar urrar para o alto. Ah, isso não faz mais, só um grunhido ocasional. Significa que está crescendo.
Não há mais fragmentação. Preste muita atenção. Você é um só e sempre foi. Eu sou um só. Vou conduzir eu mesmo as rédeas insanas da minha própria superestimada vidinha subestimada.
Você é o protagonista da sua própria história. Lembre-se sempre disso.
Espera, que ainda não acabou.
Como vai alcançar tudo isso que você quer?
Sei lá. Se vira.
Vai pensar e fazer sem pensar pensando até que consiga de alguma forma. Mas só vai conseguir se você mesmo agir e fazer por meio do seu próprio esforço.
Então, levanta, caramba!
Fui.

**As opiniões expressas nesse post são de total responsabilidade do seu autor.**

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Idiotices do João [83]

Não tenho o que falar. O barco segue se destroçando, a baleia mutante de sete cabeças continua no seu encalço, o mar de lágrimas se tornou vermelho, o barco se desfazendo em pedaços e você logo irá se afogar. Ojeriza de si mesmo, não pelos motivos apontados, e sim pela sua própria inabilidade em saber lidar com o momento em que vive agora. Deveria ter paciência para esperar, para entender que a fase ruim logo passará, ou compreender que talvez a fase não seja tão ruim assim e que os outros não estão tão bem quanto você achar que estão. Está se anulando novamente, desejando a aprovação dela, sempre precisa que lhe deem o selo. Se esforça tanto para não parecer patético, só que é impossível mentir para si mesmo. Precisa que elogiem para entender; elogiam, mas aí acha que não é suficiente. Ao mesmo tempo, despreza quem corre atrás de elogios. O que você está fazendo? Está de descontrolando outra vez, uma maldita empolgação infantil, não consegue transformar nalguma arte o que sente, a sensibilidade está falhando, você não tem isso, é tudo uma ilusão, você acha que é alguma coisa mas na verdade não é nada, patético ridículo, está aguardando, apenas aguardando, só fracassou, só, só, só, por que essa espiral nunca termina, vai lá e se sente um lixo outra vez, aí precisa vomitar aqui, repetindo as mesmas palavras, a mesma coisa, se esforça tanto para parecer magnânimo, é um baita de um frouxo, espero que ninguém saiba de verdade, o que é que seria pior, descobrirem e sentirem pena ou descobrirem e se afastarem para bem longe, você veste máscaras, você só quer parecer o máximo sem ser, você não serve para nada, você não vale nada, está repetindo, de que valeu toda a descoberta intelectual, está se boicotando outra vez, está se cobrando de forma desumana, sempre faz isso, achando que tem de ser o perfeito e maravilhoso para consertar todas as mazelas do mundo, ninguém se importa com o que você está sentindo, ninguém dá a mínima para o que você acha, converse com o espírito, respire, você precisa ter paciência, respire, o momento irá chegar e você precisa ter paciência e ir fazendo com calma, respire, quanto dignidade você está perdendo, querendo parecer ser sem ser de verdade, respire, faça o que tem de ser feito, se concentra, se concentra na missão. será que você poderia por gentileza para se chicotear a si mesmo? Muito obrigado pela cooperação.


**As opiniões expressas nesse post são de total responsabilidade do seu autor.**

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Todas as mulheres que já fui



Já fui aquela mulher que conhece de perto o chão e as suas entranhas e sabe pouco sobre coisas que vão além da sua saliva.
Já fui aquela mulher que conquistou o chão e passou a caminhar valente pelos azulejos e amarelinhas.
Já fui aquela mulher que se apropriou da linguagem e a fez veículo de comunicação de sua vontade.
Já fui aquela mulher que adotou uma irmã felina e a tinha como uma preciosa amiga que um dia seria humana.
Já fui aquela mulher que achava que o mar tinha fim.
Já fui aquela mulher que conquistou a linguagem em sua expressão escrita, ocupando as avenidas do mundo com seus Ls e os muros de sua cidade com sua garra e seus Rs.
Já fui aquela mulher que participava da roda contando sonhos de um fim de semana.
Já fui aquela mulher que pensava que conta complicada era aquela soma de algarismos de 3 casas no fim do semestre.
Já fui aquela mulher que descobriu que havia iguais iguais e iguais diferentes.
Já fui aquela mulher que perdeu a melhor amiga.
Já fui aquela mulher que usaria aparelho pelo resto da vida.
Já fui aquela mulher que achava que nunca sairia de casa.
Já fui aquela mulher que achava que não precisaria aprender a se despedir.
Já fui aquela mulher que ensaiou uma entrada no mundo do amor.
Já fui aquela mulher que teve um dia de princesa.
Já fui aquela mulher que conheceu a dor da decepção.
Já fui aquela mulher que viveu a perda de alguém muito querido muito antes de seu tempo.
Já fui aquela mulher que teve que ouvir que, a partir de agora, sua vida mudaria para sempre.
Já fui aquela mulher que conheceu o amor de sua vida.
Já fui aquela mulher que começou sua trajetória no mundo da pesquisa acadêmica.
Já fui aquela mulher que foi premiada por uma agência de fomento à pesquisa.
Já fui aquela mulher que viu famílias ruírem.
Já fui aquela mulher que venceu a morte com a vida.
Já fui aquela mulher vestida de branco que entra na igreja 9 dias depois de defender sua dissertação de mestrado.
Já fui aquela mulher apaixonada que hoje é sua.
Um dia, todas as máscaras caem.
E sobra apenas o rosto, em carne viva, tentando se refazer de tanta troca. Você sabe bem como ele é.
É com esse rosto que devo encarar as próximas mulheres que serei.


**As opiniões expressas nesse post são de total responsabilidade do seu autor.**
*Texto de Fernanda Marques Granato protegido pela lei de direitos autorais. 

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Rastros de existência




Todos os ecos querem espaço em minha cabeça, mas eu não posso recebê-los. Todos os sabores querem sair da gaveta, mas a impetuosidade do vento pode abarcá-los por completo e nunca devolvê-los. 
As mentiras que ouço definem o formato de cada corda vocal, de cada fibra muscular, de cada célula epidérmica, de cada glóbulo vermelho...As mentiras me irritam, pois ocupam o espaço inexistente da ausência. 
Como recriar todo o mundo baseando-se em sombras que nunca realmente foram projetadas à meia luz? 
Como saber o eco de uma voz sem corpo?
Como ocupar um espaço sem solidez, ou ser ouvido sem presença?
Os questionamentos avolumam, porém a mentira se coloca no topo da pilha de assuntos a serem tratados, na esperança de alçar vôo no próximo tufão e não ter que se pronunciar.  Talvez esse seja um bom plano para quem não tem nem cordas vocais, nem corporeidade, nem mesmo presença. 
A totalidade da ausência completa o meu vácuo de maneira mais satisfatória que conchas complementando a beleza de uma praia vazia. O vazio de pensamentos, essa instância tão poderosa e tão marcante, que tudo possui e nenhum lugar habita. Quem o tem, é logo notado. Você saberia. A sombra acompanha todos que traem memórias. E não os abandona jamais. 



**As opiniões expressas nesse post são de total responsabilidade do seu autor.**
* Texto por Fernanda Marques Granato. 
* Texto protegido pela lei de direitos autorais. 

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Idiotices do João [82]


Há uma força que só pode ser alcançada na santa paz da solidão.
Há uma profundeza aí dentro que você não alcança pelos meios normais. Estamos mergulhando. Sabe, ela não está aqui. Pela segunda vez, ela não está aqui nesta data. E, por isso, você não está em lugar nenhum. Seria isso? Há uma marcha de pensamentos se armando para a próxima batalha. Uma luta travada de forma incessante no mundo invisível. Muito sangue foi dilacerado em vosso nome. Você consegue compreender o sussurro do silêncio?
Não há ninguém aqui. Você fez com que fosse assim.
Houve o desequilíbrio. Houve uma conspiração cósmica? Conveniente pensar assim. Mas ainda está vivendo esmagado pelo seu calcanhar. Cortou bem na garganta, onde dói mais: a grana.
Ainda nesta situação. Como se mover?
As profundezas se remexem. Ela não está aqui, pela segunda vez.
Ela está sim, na verdade. Olhando-te do céu.
Olhando-te se remexer em palavras. Buscando desculpas para você estar onde está.
Sem ninguém aqui.
Alguém disse que faz todo o sentido. Eu não tenho sentido algum.
A certeza do triunfo. Está vindo. Você está fazendo? Está buscando. Perfurando. Rasgando com os seus próprios dentes. Está demorando? Está sim. Mas está vindo? Certeza absoluta.
Então, por que não consegue esperar sem delirar?
O Mensageiro. É seu pai? Só se você tiver confiança para bancá-lo.
Por que está duvidando de si?
Olha aqui. Não é mais jovem. Olhe bem aqui. Nos meus olhos. Com quem você pensa que está lidando? Olhe bem aqui.
O trono das alturas. Está me entendendo? Eu quero o trono das alturas. Eu quero o grau máximo. Está me compreendendo?
Eu quero me banquetear com a placenta do mundo. Eu quero me banhar com o sangue invisível da terra. Você compreende isso? Estão soltando fogos. Você se importa? Você sabe para onde está indo?
Você sempre soube.
Só há um caminho para seguir. Para frente. Você está sentindo as asas negras do Mensageiro brotarem das suas costas? Você sabe quantas histórias mais você tem para contar?
O Universo está inteiro completo no mapa da sua mente. As vidas estão pulsando no coração da sua alma. Você sempre soube disso.
Você sabe com quem você está lidando?
Um brinde, minha senhora. Um brinde a todos que são sangue do meu sangue. O momento está chegando. O futuro você faz agora, correndo em silêncio, sangrando sua própria pele na escuridão, espreitando os cantos mais esquecidos desse labirinto aí que você chama de mente.
Ela não está aqui. E ela está. Sempre esteve.
Eu sou filho do Mensageiro. Minha meta é o topo da montanha do Universo.
Sonho tão bem a ponto de criar novas realidades. Sempre sonhei, sempre criei.
Ela não está aqui. Ela está em você. Você está para os seus. Não hoje. Mas está. Lembre-se que você está. O desequilíbrio está passando.
Você é o centro do seu próprio universo.
A santa paz da solidão me fortalece. A balbúrdia da conexão me engrandece. A insanidade do autoconhecimento me faz estar vivo.
Este aqui não foi o melhor. Outros relatos melhores estão por vir.
A solidão me engrandece. A união me fortalece.
Eu estou vivo.
Um brinde, minha senhora.

**As opiniões expressas nesse post são de total responsabilidade do seu autor.**

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

As pessoas



Lá do fundo da gaveta, nunca me vi em perigo. No fundinho da caixa de costura, em meio às linhas e agulhas, sempre senti que o mundo era um redemoinho de quenturas e sabores, aconchegando-me em suas cores e texturas e me protegendo de desventurados sujeitos. Duas bolinhas rubras bem-apessoadas me formavam apoiando-se em galhos verde-escuros de algodão. Alguns seres de oito pernas – por vezes quatro – ameaçavam minha integridade física, consumindo partes de minha composição e a tornando oca, mas eu me mantinha una na caixa de costura.
A madrinha sempre me visitava com seus dedos gordos e arredondados. Toda manhã, mãos que conheceram uma revoada de grãos de café moídos me massageavam na escolha da melhor linha. A vermelha cor de cereja era sempre a favorita. Madrinha sentava-se confortavelmente no sofá e passava a manhã a bordar – quando não perdia os óculos, como se passou hoje. 
            Dionísia, a cozinheira, era íntima das minhas semelhantes, as cerejas da calda de frutas vermelhas favorita do Marcelo. Elas passavam grandes períodos enregelando-se na geladeira para depois mergulharem na brancura da camisa de Marcelo e o deixarem com a cara emburrada.
            Olívia tinha por mim uma grande estima: guardava-me próximo do colo, lugar protegido dos olhares inquisidores de possíveis transeuntes. Era um lugar de destaque. Alberto, marido de Olívia, orgulhava-se mais das cerejas que do broche, afinal não formávamos qualquer broche: era um broche comprado na Itália. O casal era bem esnobe e exibia todos os seus bens, mas esse exibicionismo não nos afetava, pois, no mundo das cerejas, era tudo imensidão vermelha, e isso bastava.

            Durante uma tarde de verão, recebi a visita das cerejas de Olívia e de uma tempestade que se avizinhava há muitas horas. A menina da casa adoeceu diante da chuva, pois já estava bem fraca, e foi se deitar perto das cerejas de algodão. Marcelo e Olívia se sentaram na sala e ficaram a observar os clarões na janela a iluminar a faísca da paixão que se acendia entre os dois. Marcelo se interessou pelas cerejas de rubi do broche, e se inclinou tanto para vê-las que elas acabaram no chão. Entretanto, Olívia era comprometida com Alberto, que dormia no quarto ao lado, e Marcelo tinha febre tifoide. Marcelo amanheceu inanimado no chão. Olívia gritou para a manhã que nascia em vão, pois as cerejas não podiam fazer nada por Marcelo. Só elas eram eternas. Madrinha achou os óculos na minha gaveta, ao lado da caixa de costura, e eu voltei a habitar em meio às linhas cor de cereja.

*Texto de Fernanda Marques Granato.

**As opiniões expressas nesse post são de total responsabilidade do seu autor.**

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Idiotices do João [81]


Eu tenho dúvidas de como deveria sangrar.
São melindres. Ninguém poderá decidir. Criticar-se antes de ser criticado. Está desgastado já. Inspira pouca confiança dessa forma. O olhar percebe, você vê, não é porque que é sorridentinho que é bobo. Percebem bem. Até disseram que está descontando o ódio na correção dos pequenos. Você é muito transparente, por mais que se ache esperto.
Eu gostaria de sangrar de uma outra forma que ainda não sei.
Será que poderia voltar para a convivência dos meus irmãos? Fazendo do meu jeito, sempre. Você acha que está progredindo, mas ainda está cheio de dúvidas. Será que consegue se situar sem nenhuma referência além de você mesmo? Para onde deve ir? Como deve se portar? Como alcançar o potencial máximo?
Falando como criança.
Há todo um trâmite até que você alcance o que você tanto deseja. Está sendo julgado, e isso não importa, embora importe. Terá que agir como um senhor adulto, embora tenha ultrapassado algumas questões que não consegue ainda desenvolver. Tudo vale como imagem. Como você se porta importará no momento de escolha. Há todas as questões de todos. Você consegue vislumbrar o que os outros estão atravessando a respeito?
Você consegue enxergar através de outros mundos diferentes do seu?
Às vezes, nos perguntamos quantos exageros seus irão estourar até que te esfaqueiem pelas costas. Você nunca mais fará aquilo de novo. Mas é certeza que fará alguma outra besteira que jurará nunca mais fazer de novo. Sempre há um novo erro imperdoável para cometer.
Quando chegar o seu aniversário, você vai querer viajar, vai querer tirar uma foto, vai querer postar com alguma grande mensagem pretensiosa. Você pensou isso hoje. Provavelmente não será o que vai acontecer, então vamos falar aqui mesmo. Você vai dizer que houve amor, que pouco durou e que gosta de achar que sabe parte dos motivos. Mas você não sabe, não sabe de nada, e provavelmente não foi nada do que você pensa. Vai dizer que estourou paixões brevíssimas que tiveram um fim catastrófico por causa da tua insegurança. Eu gargalho por dentro vendo você acreditar que alguém vai se importar com isso. É realmente bastante infantil.
E, de novo, está criticando a si mesmo antes que alguém te critique.
Este casulo não durará para sempre. O tempo está correndo. Você vai ter que se atirar do alto do prédio. E vai ter que voar.
De uma forma, ou de outra...



**As opiniões expressas nesse post são de total responsabilidade do seu autor.**